top of page

O MOVIMENTO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DA NFL

Por: Andressa Cardoso do Nascimento



Resumo:  


O presente artigo analisa o processo de internacionalização da National Football League (NFL), a partir de sua consolidação no mercado estadunidense em 1966 até os seus projetos atuais. Nessa estratégia de expansão para o exterior, a liga iniciou suas movimentações na Europa, mais precisamente em Londres, buscando consolidar o futebol americano como fenômeno cultural por meio da adequação de mercado. Além disso, analisa-se a diversificação da empresa em novos territórios. A presença em países como México, Alemanha, Espanha, Austrália e Brasil demonstra como essa internacionalização está tornando proativo o planejamento da empresa. Por fim, compreende-se de que forma, além das partidas oficiais da temporada, a NFL, por meio do programa NFL Flag, une o entretenimento comercial ao desenvolvimento social ao buscar novos atletas estrangeiros. 



1. INTRODUÇÃO 


Criada em 1920 como American Football Association, a National Football League (NFL) é a principal liga profissional de futebol americano dos Estados Unidos, contém 32 equipes divididas em dois grupos: National Football Conference (NFC) e a American Football Conference (AFC). Essa empresa é atualmente conhecida como a maior liga esportiva profissional de futebol americano nos Estados Unidos. Esse esporte se tornou um símbolo na cultura norte-americana, especialmente após a Segunda Guerra Mundial, impulsionado pela expansão das transmissões de rádio e televisão. O amadurecimento do mercado interno da liga foi marcado pela superação de rivalidades comerciais e a criação do Super Bowl, o que gerou um forte monopólio econômico e uma explosão no número de fãs e receitas bilionárias nas décadas seguintes.

Uma vez estabilizada domesticamente, a NFL passou a buscar novas oportunidades de receita e mercado fora das fronteiras dos Estados Unidos. Esse processo de expansão global teve início de forma estruturada em 2007, em Londres, utilizando estratégias de internacionalização que priorizaram mercados com menor distância psíquica. Através desse movimento, a liga utilizou conceitos de conhecimento e comprometimento de mercado para compreender o comportamento do público estrangeiro, percebendo que o sucesso dependia da adaptação cultural e estrutural de seu produto para o público local (Edelmen; Doyle, 2009; Gunillasson-Sevä; Erkers, 2023).

Atualmente, essa estratégia multifacetada expandiu-se significativamente para além do mercado britânico, alcançando múltiplos centros na Alemanha e abrindo novas frentes em países como Espanha, Austrália e México. Na América Latina, o Brasil também consolidou-se como um ator fundamental desse planejamento e para estratégias de internacionalização futuras (Albuquerque, 2024). Além da vertente comercial e dos contratos de mídia globais, a internacionalização da marca passou a engajar as comunidades locais e a juventude por meio do fomento ao esporte de base, utilizando programas como o NFL Flag (NFL, 2026).

Diante desse cenário, o presente artigo tem como objetivo analisar o processo de internacionalização da NFL, compreendendo desde os seus primeiros passos estratégicos e bases teóricas na Europa até as suas movimentações de mercado e projetos sociocomerciais mais recentes ao redor do mundo.



2. O COMEÇO DA INTERNACIONALIZAÇÃO DA NFL


Fundada em 1920 como American Football Association, atualmente NFL, é a principal liga esportiva profissional de futebol americano dos Estados Unidos. Ganhou certa popularidade na cultura esportiva norte-americana após o fim da Segunda Guerra Mundial. Esse esporte, mesmo sendo agressivo, é considerado pelos estadunidenses um movimento esportivo de equilíbrio competitivo e a importância do trabalho em equipe. Com o aumento de torcedores e estima, o jogo começou a ser levado a rádios e cobertura televisiva. Entretanto, a empresa enfrentou certas dificuldades com outras ligas disputando direitos por jogadores e contratos lucrativos com a televisão, como, por exemplo, seu maior “rival”, a “American Football League” (AFL). Diante disso, em uma maneira de evitar prejuízos por conta dessa “rivalidade”, ocorreu, em 1966, a fusão entre NFL e a AFL, gerou um monopólio grande sobre o esporte e a uma expansão quatro vezes mais (Joseph, 2022). 

Assim, com a junção das ligas, a NFL reorganizou suas estratégias e colocou duas conferências em um grande jogo, o Super Bowl. Dessa maneira, o futebol americano teve uma explosão de popularidade, passando de três milhões para 17 milhões de fãs do esporte por volta de 20 anos. Antes desse evento, a temporada baseia-se em 18 semanas, ou seja, detém 17 jogos entre times distribuídos entre setembro e janeiro. Como comentado anteriormente, as conferências são divididas em duas, contendo quatro divisões dentro delas, separadas por territórios, como Leste, Oeste, Norte e Sul (GE, 2024). Atualmente, o esporte é uma caracterização da cultura norte-americana no nacional e internacional, trabalhando com vários tipos de marketing e contratos milionários para aperfeiçoar a empresa e o esporte. De acordo com “Deloitte Annual Review Football Finance”, o total de receitas obtidas com a NFL em 2023 chegou aproximadamente a 18,7 bilhões de dólares. Demonstrando um constante crescimento da liga na indústria do esporte (GE, 2024). 

Mesmo participando de outros países, como México e Canadá, o foco no movimento de levar o jogo para o exterior começou na Europa. Nesse sucesso do esporte e expansão da NFL, no dia 28 de outubro de 2007, começaram os primeiros passos para a estratégia de expansão internacional do futebol americano. Com a presença no estádio Wembley, em Londres, conhecido por sediar grandes jogos de futebol e desempenhos de artistas renomados, o primeiro jogo da temporada regular ocorreu fora dos Estados Unidos. Antes mesmo de começar o jogo, a empresa promovia sua marca com jogadas de marketing através de um evento em Londres, chamando a atenção com a participação de famosos e fãs dos times. Além disso, a fim de intensificar o projeto de internacionalização, o comissário da NFL na época, Roger Goodell, demonstrou compromisso em realizar um jogo da temporada na Inglaterra nos próximos anos. Esse acordo foi apenas o começo para levar a instituição ao internacional (Edelmen; Doyle, 2009). 

Saindo do mercado britânico e buscando-se em outros países, a NFL também demonstrou um grande interesse em expandir a realização de seus jogos em Frankfurt, na Alemanha. O principal motivo do interesse pelo local fez parte do foco estratégico da liga, visto que a NFL é o seu primeiro escritório internacional em Londres, um local relativamente perto de Frankfurt. Além disso, nos inícios dos anos 2000, a empresa já tinha levado o esporte para Berlim, capital alemã, entretanto, foi marcado por uma partida e não uma estratégia séria de levar o esporte fixamente. Com isso, os primeiros planejamentos da liga para o internacional eram focados nas duas cidades. Assim, essa expansão da NFL, similar a outras ligas esportivas norte-americanas, para o continente europeu tem como objetivo abrir novas oportunidades de receita e mercado (Edelmen; Doyle, 2009). 

No que se refere ao processo de expansão para o exterior, de acordo com o estudo de Gunillasson-Sevä e Erkers (2023), entende-se que as empresas, ou nesse caso liga, começam em países com pequena distância psíquica, ou seja, culturas e sistemas jurídicos similares em sua origem, a fim de testar o mercado antes de avançar para locais mais distantes e desafiadores. Ao adentrar nesses mercados, a empresa consegue aprender mais sobre o comportamento dos fãs europeus, realizando o Market Knowledge, compreendendo seus padrões e evitando erros futuros a partir de analisar riscos no sistema comercial. Além disso, o autor cita o Market Commitment, que, com um maior conhecimento adquirido, a liga se sente mais segura para aumentar seus investimentos no local. (Gunillasson-Sevä; Erkers, 2023).

O sucesso da expansão global da NFL se concretiza a partir do entendimento de que a simples exportação do futebol americano em seu formato original não é suficiente para a consolidação internacional, é a adaptação cultural e estrutural do produto. Em vez de apenas replicar o modelo estadunidense, a liga investiu estrategicamente em customizações que aproximam o esporte de novos públicos. Isso se reflete diretamente na contratação de transmissões e narrações em línguas locais, na adequação dos horários das partidas para os fusos horários europeus, facilitando a aceitação cultural e a formação de uma nova base de fãs desde a infância. Diante disso, conclui-se que a trajetória da NFL é marcada por uma evolução estratégica que transformou um esporte de nicho em um dos principais impérios econômicos e culturais do mundo (Gunillasson-Sevä; Erkers, 2023).



3. MOVIMENTOS ATUAIS DA LIGA COM O INTERNACIONAL


Ao observar as primeiras movimentações da empresa norte-americana no internacional, é essencial entender os principais projetos no internacional atualmente. Desde 2007, com o primeiro jogo da temporada em Londres, as partidas de futebol americano expandiram para três cidades alemãs, Munique, Frankfurt e Berlim, além de outros países como México, Brasil, e, pela primeira vez, na Espanha, Paris e Austrália (GE, 2026). 

Os jogos em Londres trouxeram a construção de uma grande base de fãs no país, auxiliando assim a legitimar a NFL no país com mais de 39 partidas no país. Cada ano são estabelecidos três confrontos nos estádios na grande capital inglesa, tendo a procura de 22% dos participantes vindos de Londres e 66% de outras partes da Grã-Bretanha, mostrando uma alta demanda não apenas na cidade, mas sim no arquipélago britânico. Adicionalmente, os acordos internacionais de mídia de transmissão, com a DAZN e a Amazon Prime, permitiram que outros países europeus e de outros continentes acompanhassem os eventos sem precisar gastar dinheiro com locomoção, estadia e ingressos. Esse sucesso e alta divulgação global, além de aproximarem a meta de tornar o futebol americano um “espectro do entretenimento” britânico, impactaram a NFL positivamente para a instalação do esporte em outros lugares (Raskin, 2024).

Saindo do papel e indo para a prática, o esporte também conquistou o mercado midiático alemão. A NFL realiza jogos da temporada em Munique e Frankfurt desde 2022, assim, com o interesse de expandir a cultura norte-americana na Alemanha, em 2025 a capital Berlim irá sediar um jogo. Com um grande crescimento de fãs por volta dos anos, instaurado aproximadamente 20 milhões de admiradores, a liga retornou à cidade com altas expectativas a fim de fortalecer as relações com os telespectadores alemães, além de trazer resultados positivos para a economia com um aumento do turismo (SkySports, 2024). Nos passos futuros, a empresa já confirmou uma partida em 2026 e 2028 na cidade de Munique, com uma expectativa de 75 mil torcedores no estádio, indicando uma continuação da cooperação entre o país e a liga (GE, 2025).

Avançando para outros locais fora da Europa, o Brasil foi uma estratégia importante para conquistar mais territórios na América Latina. Como citado anteriormente, o México foi um dos países que tinham uma relação forte com o esporte, influenciado principalmente pela proximidade com os Estados Unidos e vasta quantidade de imigrantes e cidadãos com familiares com raízes mexicanas, entretanto, não motivava muitos países da América Latina pelo esporte. Diante disso, ao observar uma grande quantidade de fãs no Brasil devido às transmissões, caracterizado por 36 milhões de admiradores e sendo o terceiro mercado da liga no mundo, a NFL, em 2024, anunciou um jogo da temporada em São Paulo. Ao observar a demanda no país, essa partida de futebol americano permitiu entender as oportunidades da empresa para instaurar jogos para o longo prazo (Albuquerque, 2024). Atualmente, entende-se que o esporte gerou aproximadamente R$ 330 milhões para o mercado, movimentando o turismo e a economia local da cidade, assim, marcando um novo jogo em 2026 no Rio de Janeiro e abrindo o mercado brasileiro para outros esportes internacionais (Giannini, 2025). 

Além de levar partidas da temporada, a liga busca juntar a presença internacional com a inspiração de atletas ao redor do mundo a praticar o esporte. Através do NFL Flag, uma liga oficial de flag football, ou seja, versão do futebol americano mais segura e sem contato físico intenso, chancelada pela NFL, identificam-se talentos para o esporte. Por meio do Programa Internacional de Desenvolvimento de Jogadores, a empresa leva captadores de talento para clubes relacionados à NFL para treinar e preparar atletas do mundo para potências de carreira. Como é apontado pelo Vice-Presidente Executivo de Operações de Futebol Americano, Troy Vincent, “A NFL está comprometida em expandir a ação da NFL para fãs internacionais em seus países de origem e em desenvolver jovens atletas ao redor do mundo.” (NFL, 2026, n.p.). Esse projeto, além de mobilizar jovens da comunidade local, ajuda a expandir o esporte e abrir novos horizontes para a internacionalização da marca (NFL, 2026). 

Portanto, ao analisar os projetos internacionais da NFL, entende-se que a expansão global da liga se consolidou por meio de uma estratégia multifacetada, que une a realização de partidas oficiais, parcerias de mídia e projetos de desenvolvimento com comunidades locais. A consolidação do mercado europeu, com diversos jogos em Londres e pela expansão contínua na Alemanha, foi potencializada por acordos de transmissão com plataformas midiáticas, que viabilizaram o acesso global ao esporte e ajudaram a instaurar o jogo pela primeira vez em Madrid em 2026. Ademais, a inserção estratégica na América Latina, especialmente no Brasil, provou-se um sucesso financeiro e cultural, mostrando a capacidade da liga de se movimentar em lugares diferentes, abrindo precedentes para outros esportes internacionais no país. Por fim, o futuro dessa internacionalização não se limita ao entretenimento básico, mas, por meio do NFL Flag, a empresa atua nas comunidades dos países e, simultaneamente, honra o compromisso da liga de desenvolver o esporte na base, garantindo o fortalecimento da marca em longo prazo no cenário mundial (NFL, 2026). 



4. CONCLUSÃO 


Portanto, diante do que foi exposto, o contexto histórico e dos movimentos atuais da National Football League permite concluir que a liga se transformou com sucesso de um esporte norte-americano em um monopólio cultural e econômico global por meio de um planejamento estratégico longo. A consolidação de seu mercado interno, alcançada na década de 1960 com a fusão com a AFL e a criação do Super Bowl, estabeleceu as bases financeiras estáveis necessárias para a empresa buscar novas oportunidades de mercado fora dos Estados Unidos.

Mesmo com jogos internacionais na década de 90 e começo dos anos 2000, o processo de expansão global que começou em Londres evidenciou que a NFL utilizou conceitos de internacionalização consolidados, iniciando suas operações em países com menor distância, como a Inglaterra, para adquirir conhecimento de mercado e reduzir riscos comerciais (Edelmen; Doyle, 2009). O diferencial para o sucesso dessa expansão foi a percepção de que a exportação do esporte original era insuficiente, tornando a adaptação cultural e estrutural o movimento central da liga. Essa flexibilidade se materializou na adequação de horários para os fusos horários europeus, em transmissões em línguas locais e na criação de parcerias de mídia com plataformas, facilitando o acesso ao entretenimento sem custos de locomoção para os admiradores antigos e novos fãs (Gunillasson-Sevä; Erkers, 2023).

Por fim, os projetos atuais da liga demonstram que a estratégia evoluiu da prática para uma presença global grande e diversificada. A consolidação na Europa, expandindo-se do Reino Unido para múltiplas cidades alemãs, como Munique, Frankfurt e Berlim, e alcançando novos palcos como Madrid, Paris e Austrália, uniu-se à conquista da América Latina, onde o Brasil se posicionou como um dos principais mercados globais da liga. O impacto econômico local e o sucesso de público em São Paulo e as projeções para o Rio de Janeiro confirmam a viabilidade de longo prazo desse mercado (Albuquerque, 2024; Giannini, 2025). Integrando entretenimento comercial à responsabilidade social e esportiva por meio do NFL Flag, a NFL atua diretamente na formação de atletas de base nas comunidades locais, garantindo não apenas novos consumidores, mas o fortalecimento contínuo da marca no cenário mundial (NFL, 2026).



FONTES BIBLIOGRÁFICAS 


ALBUQUERQUE, Adriano. NFL tem relação de mais de 50 anos com Brasil e se aproxima do país há 30. ge, 5 set. 2024. Disponível em: https://ge.globo.com/futebol-americano/nfl/noticia/2024/09/05/nfl-tem-relacao-de-mais-de-50-anos-com-brasil-e-se-aproxima-do-pais-ha-30.ghtml. Acesso em: 6 jun. 2026. 


EDELMAN, Marc; DOYLE, Brian. Antitrust and "Free Movement" Risks of Expanding U.S. Professional Sports Leagues into Europe. Northwestern Journal of International Law & Business, v. 29, n. 2, p. 403-438, spring 2009. Disponível em: https://scholarlycommons.law.northwestern.edu/njilb/vol29/iss2/13/. Acesso em: 6 jun. 2026. 


GE. NFL anuncia jogos no estádio do Bayern de Munique em 2026 e 2028. ge, 10 dez. 2025. Disponível em: https://ge.globo.com/futebol-americano/nfl/noticia/2025/12/10/nfl-anuncia-jogos-no-estadio-do-bayern-de-munique-em-2026-e-2028.ghtml. Acesso em: 6 jun. 2026. 


GE. NFL divulga todos os confrontos internacionais da próxima temporada; confira. ge, 13 maio 2026. Disponível em: https://ge.globo.com/futebol-americano/nfl/noticia/2026/05/13/nfl-divulga-todos-os-confrontos-internacional-da-proxima-temporada-confira.ghtml. Acesso em: 6 jun. 2026.


GE. NFL: veja o formato, times, draft e o caminho rumo ao Super Bowl. ge, 4 set. 2024. Disponível em: https://ge.globo.com/futebol-americano/nfl/noticia/2024/09/04/nfl-veja-o-formato-times-draft-e-o-caminho-rumo-ao-super-bowl.ghtml. Acesso em: 6 jun. 2026. 

 

GIANNINI, Alessandro. O que está por trás da aposta da NFL no Brasil. Veja, 5 set. 2025. Disponível em: https://veja.abril.com.br/esporte/o-que-esta-por-tras-da-aposta-da-nfl-no-brasil/. Acesso em: 6 jun. 2026. 


GUNILLASSON-SEVÄ, Melker; ERKERS, Gustav. Cross-Continental sportsinternationalization: A case study on the NFL’s internationalization process to Europe. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado) – Universidade de Uppsala, Suécia, 2023.  


NATIONAL FOOTBALL LEAGUE (NFL). The NFL's International Impact. [S. l.]: NFL Operations, 2026. Disponível em: https://operations.nfl.com/journey-to-the-nfl/the-nfl-s-international-impact/. Acesso em: 6 jun. 2026. 


RASKIN, Alex. Expert: London will get NFL team by 2030 and host Super Bowl by 2035. Daily Mail, 18 out. 2024. Disponível em: https://www.dailymail.com/sport/nfl/article-13963565/amp/london-nfl-team-host-super-bowl.html .  Acesso em: 6 jun. 2026. 


SKY SPORTS. Berlin to host NFL regular season game for first time in 2025 in expansion of International Series. Sky Sports, 11 dez. 2024. Disponível em: https://www.skysports.com/nfl/news/12118/13271608/berlin-to-host-nfl-regular-season-game-for-first-time-in-2025-in-expansion-of-international-series. Acesso em: 6 jun. 2026. 



 
 
 

Comentários


LCI g1.png

Liga de Comércio Internacional

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

  • Instagram
  • LinkedIn

Criação e edição do site em 2023 Beatriz Waehneldt da Silva 

©2024 por Liga de Comércio Internacional - PUC-Rio. Todos os direitos Reservados.

bottom of page